Gestão da Produção e QualidadeNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados:Normatização e CertificaçãoLogísticaControle da Qualidade5´sProcessos ProdutivosComprasAlimento SeguroReciclagem Produção SustentávelGerenciamento de ResíduosLicença AmbientalCrédito de CarbonoEcodesignSelo VerdeProdução mais LimpaBiocombustívelAutomação InformatizaçãoSegurança EletrônicaGestão do ConhecimentoInteligência Competitivahttp://10.19.4.159:8080/blogs/blog/gestaoproducaopt-brBiocombustivel - alternativas simples, econômicas e sustentáveisO óleo de cozinha depois de utilizado é altamente prejudicial ao meio ambiente, quando jogado na rede de esgoto causa entupimentos e quando jogado no solo ou galerias pluviais, as conseqüências já conhecidas, são a contaminação do solo e das águas.

O Brasil perde oportunidades ao deixar de reaproveitar o óleo de soja consumido no mercado interno para produção de biodiesel. A avaliação é do diretor de logística e gestão empresarial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto.

 Porto afirmou que o Brasil poderia montar uma estrutura semelhante à que já existe com a reciclagem de alumínio e garrafas PET para reutilizar o óleo de soja. "É uma excelente opção porque reduz o passivo ambiental, já que o produto seria descartado, e ainda gera ocupação e renda", explica.

A demanda por biodiesel, após a adoção de 3% ao diesel, é projetada em 1,8 bilhão de litros neste ano. Já o consumo de óleo de soja é projetado em 3 bilhões de litros neste ano. "Se em uma projeção mais pessimista, poderíamos reciclar entre 10% ou 30% do óleo. Imagine o quanto isso representaria para a produção de biodiesel?", pondera.

Apenas 2,5% de todo o óleo de cozinha consumido pelos brasileiros é reinserido na cadeia produtiva.

Energia Renovável

A transformação do óleo de cozinha em energia renovável começa pela filtragem, que retira todo o resíduo deixado pela fritura, depois é retirado toda a água que está misturada a esse óleo. Dependendo do óleo, ele passará por uma purificação química que retirará os últimos resíduos. Esse óleo "limpo" recebe a adição de álcool e uma substância catalisadora. Colocado no reator e agitado a temperaturas específicas transforma-se em biocombustível e após o refino pode ser usado em motores diesel.

Os defensores da reciclagem acreditam que se houver estímulo para a fabricação de biodiesel a partir do óleo de cozinha usado, isso pode levar o óleo vegetal de volta ao sistema produtivo e até substituir o consumo de óleo diesel.

Existem espalhadas pelo país diversas experiências com mini usinas para a produção de biodiesel a partir do óleo de cozinha, que além de resolver o problema do descarte do mesmo, transforma-se em fonte de renda.

Algumas cooperativa de catadores de materiais recicláveis estão ou já implantaram  mini usinas para produção de biodiesel, sendo uma alternativa ainda pouco utilizada para ONGs ou OCIPs.

O custo para fabricar um litro de biodiesel fica entre R$ 0,50 e 0,70 comparado ao preço médio do litro do diesel que é R$ 2,15. Para cada litro de biodiesel produzido, são gerados 200 militros de glicerina.

Algumas barreiras ainda existem, pois a produção de biocombustíveis é regulada pela Agencia Nacional do Petróleo e os pequenos produtores não podem comercializar o produto, podendo ser utilizado para consumo próprio. Usinas com capacidade maior podem vender sua produção para a Petrobrás.

 

O Biodiesel no Brasil poderia nascer em empresas que tem um grande consumo de diesel, que pagam caro por este produto por estarem longe das refinarias de petróleo

O sucesso destes programas de reciclagem de óleo de cozinha depende inteiramente da participação da comunidade. Todos esses programas de coletas, sejam governamentais ou não-governamentais, oferecem todas as informações necessárias para a reciclagem do óleo e também esclarecimentos sobre proteção ambiental, justamente para inserir a sociedade na responsabilidade ecológica.

Nas principais cidades do país existem estações de coleta do óleo vegetal, informe-se onde você pode entregar esse produto, colaborando para a sustentabilidade do nosso planeta.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=99212/03/2010
Logística ReversaA logística é entendida como o gerenciamento do fluxo de materiais desde o ponto de extração da matéria prima até o seu ponto de consumo final, também conhecida como cadeia logística.

Nos últimos anos, entretanto, aumentou expressivamente as atividades de reciclagem e reaproveitamento de produtos e embalagens.

Fabricantes de bebidas que têm que gerenciar o retorno das garrafas, as empresas de gás de cozinha, que necessitam do botijão vazio para fazer o reabastecimento, siderúrgicas que utilizam como insumo de produção a sucata gerada por clientes, indústrias de latas de alumínio que fazem uso de matéria-prima reciclada são exemplos de empresas que passaram a ter necessidade de gerenciar o fluxo do ponto de consumo até o ponto de origem Esse fluxo logístico inverso, ou seja, a logística de trás para frente é denominado Logística Reversa. 
Ainda falamos poucos sobre logística reversa, porém este assunto está se tornando cada vez mais comum em boa parte das empresas.

Importância da Logística Reversa

Tradicionalmente, empresas de manufatura não se sentiam responsáveis por seus produtos depois do uso pelos clientes.  Ainda hoje a maior parte dos produtos usados são jogados fora com consideráveis danos ao meio ambiente.

Apenas em 2008, foram comercializados no país mais de 30 milhões de aparelhos celulares, 2,6 milhões de tevês e 972 mil refrigeradores. Depois do fim da vida útil desses equipamentos, qual é o destino deles?

Consumidores e autoridades esperam que os fabricantes reduzam o lixo gerado por seus produtos.  Isto aumentou a atenção com o gerenciamento de resíduos.  Recentemente, devido a novas leis de gerenciamento de resíduos, a ênfase se voltou à recuperação, devido aos altos custos e impactos ambientais do descarte.  As principais razões para aderir à logística reversa são:
 
- leis ambientes que forçam as empresas a receber de volta seus produtos e cuidar de seu tratamento.
 
-  benefícios econômicos de usar produtos devolvidos no processo produtivo, ao invés de descartá-los.
 
-  a crescente consciência ambiental dos consumidores.

Logística Reversa significa o conjunto das operações relacionadas ao reuso de produtos e materiais. No entanto, a Logística Reversa se refere a todas as atividades logísticas de recolher, desmontar e processar produtos usados, partes de produtos e/ou materiais para garantir uma recuperação sustentável (e benéfica ao meio ambiente).
 
Benefícios

O processo de logística reversa tem trazido consideráveis retornos para as empresas. O reaproveitamento de materiais e a economia com embalagens retornáveis têm proporcionado bons ganhos e estimulando novas iniciativas nesse sentido.

Clientes valorizam empresas que possuem políticas de retorno de seus produtos, garantido-lhes o direito da devolução ou troca de produtos. Desta forma, empresas que possuem um processo de logística inversa têm uma posição diferenciada no mercado.

Preocupadas com questões ambientais, as empresas estão cada vez mais acompanhando o ciclo de vida de seus produtos. Observamos um crescimento no numero de empresas que trabalham com reciclagem de materiais. Este é um novo paradigma a ser superado, buscar superar os impactos ambientais, não só nos resíduos da produção, mas de todos os impactos ao longo do ciclo de vida de seus produtos.

Legislação.

Efetivamente no país não existe nenhuma legislação que abranja a questão da Logística Reversa, sendo este um processo em discussão. O que existe são algumas Resoluções que são utilizadas como, por exemplo, a Conama nº. 258 de 26/08/99, que estabelece que as empresas fabricantes e as importadoras de pneus ficam obrigadas a coletar e dar destinação final, ambientalmente adequada, aos pneus inservíveis, proporcionalmente às quantidades fabricadas e importadas definidas desta Resolução. 

No Congresso Nacional, desde 2007, é discutida a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A proposta original do projeto de lei responsabiliza os geradores de resíduos (fabricantes, importadores etc.) pelo reaproveitamento na forma de novos insumos, seja em seu ciclo ou outros ciclos produtivos.

Portanto caro empresário, se ainda não pensou no processo de Logística Reversa é bom refletir sobre o assunto pois a tendência da legislação no Brasil e no mundo é de cada vez mais responsabilizar o produtor pela coleta e tratamento dos resíduos gerados pelo seu processo produtivo.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=96428/02/2010
Logística e carnavalAcabou a folia, e a atividade recomeça com um impulso maior. Para aqueles que acreditam que o ano só inicia depois do carnaval, já se foram dois meses.

Que lições podemos aprender do carnaval, em relação à gestão da produção?

Excluindo os aspectos da alegria, visual deslumbrante dos desfiles das escolas de samba, um ponto importante deve ser considerado: a logística das grandes escolas para entrarem na passarela.

Logo após o carnaval, portanto a partir de agora, inicia-se a pesquisa para definir o enredo, fantasias, materiais, equipe, etc., ou seja, o planejamento.

Definido o planejamento, inicia-se a execução, com uma produção programada dentro de um cronograma rígido a ser seguido. Não é permitido qualquer atraso. As diversas equipes (divisão das atividades) selecionam os materiais e iniciam a grande tarefa de confeccionar as fantasias e alegorias, no barracão da própria escola ou em produção terceirizada, seguindo um rígido padrão de qualidade.

Os carros são produzidos seguindo as normas da engenharia e por serem muito grandes, são projetados para sem montados ao chegar na avenida. O roteiro é estudado para determinar qual a altura máxima para transporte dos carros.

Imaginem a quantidade de detalhes que devem ser observados e controlados até o momento do desfile, isto exige uma integração muito grande entre todos os componentes da escola.

Neste breve resumo, vimos que o desfile envolve planejamento, design, criatividade, gestão da produção, engenharia, controle de qualidade, e uma logística admirável, desde a definição dos materiais a aquisição e o transporte interno e até o momento final, o grande desfile.

Imprevistos ocorrem, mas aí entra a criatividade, a experiência e muitas vezes o improviso dos integrantes para que tudo saia a contento, ou seja, o produto final deve deslumbrar o cliente.

Vale a pena refletir sobre a gestão da produção e a logística das grandes escolas de samba. Que lições posso levar para minha empresa?

Mais um lembrete. Um fator crucial para o sucesso das escolas na avenida é o amor que os componentes têm pela sua agremiação, quase todo o trabalho é voluntário, isto é motivação, vestir verdadeiramente a camisa.  Aproveite a analise como está o programa de motivação para seus funcionários.

Reflita e faça seu comentário.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=93818/02/2010
Automação - Vale a pena investir?Tradicionalmente as micro e pequenas indústrias possuem baixo grau de automação. As causas são diversas, entre elas o desconhecimento das vantagens que automação pode trazer para a empresa, resolvendo a maioria dos problemas de produção, o conceito que a automação é muito cara, que fornecedor escolher, qual o equipamento mais adequado, entre tantas outras dúvidas.

Consideramos um sistema de automação industrial o conjunto de equipamentos e tecnologias capazes de fazerem com que uma máquina ou processo industrial trabalhe automaticamente, ou seja, com a mínima intervenção humana, cabendo a este o papel de programar ou supervisionar o sistema para que trabalhe de acordo com os padrões desejados.

Entre as principais vantagens o usuário consegue maximizar com qualidade e precisão seu processo produtivo, controlando diversas variáveis e gerenciando à distância toda a cadeia produtiva.

Portanto a automação pode ser através de uma simples monitoração de variáveis ( exemplo: controle de temperatura, pressão, volumes e outros à distância) ou um controle sofisticado do processo (exemplo: abertura e fechamento de válvulas, acionamento de motores, máquinas ou outros comandos remotamente).

Podemos avaliar algumas vantagens diretas na hora de investir em equipamentos ou na melhoria de processos existentes. A principal é o aumento da  produtividade aumentando assim sua competitividade no mercado.

Quando é hora de investir
Segundo o Prof. Bruno Souza Gomes do SENAI-RJ A escolha da tecnologia bem como  a área a ser automatizada requer  cautela e competência técnica em processos. Muitos projetos não tem o retorno adequado pois foram mal projetados ou mal escolhidos.

Antes de decidir, quatro etapas dever ser criteriosamente analisadas:
- Identificação de Gargalos
- Requisitos do Sistema Novo
- Levantamento dos pontos de Controle
- Especificação do Hardware e Software

Identificação de Gargalos - Gargalos são todos os pontos dentro de um sistema industrial que limitam a capacidade final de produção. Pontos que por não operarem mais rápido ou de maneira eficiente prejudicam toda a linha de produção.

Requisitos do Sistema Novo -  nesta etapa vamos idealizar como gostaria que o sistema ou processo funcionasse, ou seja,  futura performance industrial. Nesse ponto devemos avaliar velocidade, produção, receitas do sistema bem como otimização no recurso da matéria prima. Diante dessas duas etapas anteriores definimos de onde e para onde  vamos, condições iniciais de qualquer projeto de automação

Levantamento dos pontos de Controle - Numa terceira etapa, realizamos o  levantamento técnico de campo onde avaliamos todos os pontos de controle, sensores de campo, acionamentos, cilindros e válvulas e etc., que queremos automatizar. Essas informações são essenciais para um correto dimensionamento do hardware e software de automação. Muito projetos falham nessa etapa uma vez que a definição dos pontos de controle influencia na escolha da melhor tecnologia a ser aplicada.

Especificação do Hardware e Software – Diversas tecnologias são disponíveis no mercado e dependendo da solução muitos fabricantes já possuem rotinas de controle desenvolvidas. O técnico ou engenheiro responsável pelo projeto deve pensar principalmente na integração total do processo para que a tecnologia escolhida não limite o sistema para possíveis expansões futuras. O Brasil já possui diversos equipamentos e instrumentos sendo fabricados em território nacional e uma tendência a curto prazo é que exista cada vez mais a nacionalização tecnológica em automação industrial.

Automação Industrial se apresenta como ferramenta na melhoria de processos garantindo assim qualidade e confiabilidade industrial que em muitos casos é a garantia de sobrevivência de muitas indústrias de pequeno porte. Para as de grande porte já é uma realidade!

Portanto empresário, analise esses pontos e verifique a viabilidade de automatizar seus processos, verificando cuidadosamente o custo benefício antes de tomar a decisão.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=93210/02/2010
Novo conceito de produção - Manufatura ÁgilHistoricamente, os processos produtivos passaram por grandes transformações, iniciando pela Revolução Industrial, passando  pela “Administração Científica” de  Taylor e seus contemporâneos. Tem seu auge com a produção em massa com destaque para a linha de produção da Ford e a  produção enxuta (lean production) baseada no sistema Toyota de produção e suas derivações.

Tendências do ambiente competitivo para este século
Segundo Steven Goldman, várias condições de mercado que estão ocorrendo, entre elas consideramos a:  

 “Fragmentação do mercado”. Cada vez mais os produtos estão se tornando itens customizados . A produção exige grandes variedades do mesmo produto que atendam ao perfil de cada cliente. Isso provoca a necessidade de diminuir o tamanho dos lotes, alterando o conceito  de lote econômico de produção, que deve ser no máximo o pedido do cliente.  Os tempos de setup devem ser permanentemente revistos para atender essa nova necessidade.

“Redução do tempo de vida do produto”. É evidente que se temos uma maior
variedade de produtos e uma demanda constante, o tempo de vida desses produtos diminui.

“Rede de produção global”. A produção de componentes ou matérias primas não tem mais fronteiras , procura-se trabalhar como unidades onde cada um tem uma competência específica e não como unidades quase autônomas .

 “Concorrência e cooperação simultâneas entre empresas”. Mais do que nunca, empresas têm firmado parcerias,  joint ventures, e colaborações de diversos tipos como a formação de empresas virtuais. Os interesses dos participantes vão desde a integração de competências equivalentes até o desenvolvimento de competências específicas.

"Infra-estruturas de distribuição”. Esse fator tem crescido bastante, o consumidor consegue ter um contato muito mais próximo com a empresa principalmente com o uso intensivo da internet, eliminando intermediários, distribuidores e até mesmo anunciantes. Com isso a empresa consegue ter um melhor retorno das necessidades do consumidor.

Manufatura ágil

Para atender a essas e muitas outras tendências de mercado surge o conceito de Manufatura ágil que foi resultado de uma pesquisa do Iacocca Institute, para definir as bases da indústria para o século XXI que deveria definir como as empresas americanas poderiam voltar a ser competitivas internacionalmente, fazendo frente às novas potencias industriais.

De acordo com Paul Kidd , a manufatura ágil pode ser considerada como a integração de organização, pessoas altamente  capacitadas e tecnologias avançadas para obter cooperação e inovação em resposta à necessidade do fornecimento de produtos customizados e de alta qualidade aos clientes.

A manufatura ágil é extremamente adequada a  ambientes de mudanças rápidas e com  alta incerteza.

O empreendimento da manufatura ágil deve ser elaborado tendo-se em mente cinco princípios básicos:
- mudança contínua;
- resposta rápida;
- melhoria da qualidade;
- responsabilidade social;
- foco total no cliente.

A nível estratégico as dimensões da manufatura ágil são identificadas como sendo:
- Transformar um  empreendimento convencional em um empreendimento com manufatura ágil.
- Explorar a agilidade, obtendo-se vantagem competitiva.
- Integração da organização, pessoas e tecnologia em um sistema de coordenação interdependente.

A denominação de Manufatura Ágil caracteriza uma forma diferente de concorrência, onde os papeis tradicionais de competidor, fornecedor e cliente podem freqüentemente mudar para aproveitar oportunidades do mercado.

A visão predominante é de que a vantagem competitiva futura consiste em estratégias que promovem maior velocidade ao mercado de novos produtos, e a habilidade para satisfazer preferências individuais de consumidores ou clientes, sem reduzir a atenção para a intensificada preocupação pública referente aos impactos sociais e ambientais provocados pela manufatura.

Utilizando enfoques inovadores e tecnologias modernas, sempre enfatizando a colaboração mútua entre fornecedores e até concorrentes, tais programas de investigação similares foram instalados na indústria automotiva, aeroespacial e eletrônica, respeitando as peculiaridades de cada setor.
 

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Licenciamento ambiental - Atender a legislação ou respeitar o meio ambiente?Com o objetivo de compatibilizar as atividades humanas com a proteção ambiental, todas as ações, projetos, obras ou eventos, sejam da atividade pública ou privada, que provoquem impactos ambientais, são passíveis de licenciamento.

Construção de estradas ou rodovias, barragens, aterros sanitários, fábricas de qualquer natureza, exploração de recursos naturais, loteamentos, assentamentos rurais, hidrelétricas, atividades que provocam ruídos, aeroportos e pistas de pouso, grandes condomínios ou hotéis, particularmente na zona costeira, são exemplos de empreendimentos passives de licenciamento ambiental.

O licenciamento ambiental é, portanto, uma das ferramentas essenciais para o desenvolvimento sustentável, não somente porque ordena o crescimento econômico, como evita prejuízos à sociedade, seja na forma de prevenção de catástrofes industriais, poluição de corpos hídricos ou da atmosfera, seja na forma de combate à poluição sonora, desordem no espaço urbano, devastação florestal ou até mesmo danos ao patrimônio histórico ou paisagístico.

O licenciamento ambiental ocorre sobretudo no âmbito estadual, mas pode ser efetivado também no âmbito federal e, em certa medida, no âmbito municipal para atividades consideradas de reduzido impacto ou impacto local.
No âmbito federal, para atividades de grande impacto regional ou em áreas de tutela federal, o licenciamento ambiental se faz através do IBAMA –Instituto Brasileiro do Meio Ambiente. No âmbito estadual, o licenciamento ambiental se faz através de conselhos ou órgãos estaduais de meio ambiente, mesmo modelo usado pelos municípios que implantaram política e estrutura de gestão ambiental.

No Paraná o IAP – Instituto Ambiental do Paraná é o órgão responsável pelo maioria dos licenciamentos,.

Segundo Murilo Flores, Presidente da FATMA, a dificuldade para a obtenção de uma licença ambiental por empreendimentos públicos ou privados tem ocupado espaços de mídia e em discussões empresariais gerado muitas  polêmicas.
É comum dizer que um empreendimento está “parado”, aguardando a liberação da licença ambiental.

A preocupação com o impacto causado pela implantação de atividades humanas é recente. Podemos dizer que estamos numa fase de aprendizagem de uma nova lógica na relação economia/meio ambiente. Por isso, a licença ambiental ainda é vista como um empecilho ao desenvolvimento.

Por um lado, muitos empreendedores resistem à ideia de minimizar os custos ambientais e em aceitar que seus custos econômicos devem ser parte do empreendimento. Custam a compreender que o meio ambiente é um sistema complexo e que a ação humana causa impactos imprevisíveis.

Quem diria, no auge do crescimento industrial, que o aumento da emissão de gás carbônico poderia contribuir para mudanças climáticas globais? Isso implica uma mudança no entendimento sobre o processo de licenciamento, porque ele é parte fundamental na construção da sustentabilidade do desenvolvimento.

De outro lado, os órgãos ambientais precisam estar preparados para a realização de processos de licenciamento mais competentes. Ainda que, em muitos casos, exijam tempo para estudos e ajustes nos projetos, não podem se eternizar nem serem objetos de jogos de interesse, por vezes escusos.

Esse amadurecimento da sociedade permitirá o avanço no sentido de um novo estágio do desenvolvimento onde os interesses socioeconômicos estão indissociáveis dos ambientais.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=90831/01/2010
Vamos implantar Produção mais Limpa?Percebe-se que existe muita confusão quando se fala de produção mais limpa. Associa-se o assunto ao ambiente de trabalho limpo e organizado, atividade do Programa 5 S, no entanto envolve uma série de outras atividades para sua implantação.

Produção mais limpa é um conceito que consiste em evitar a geração de resíduos, utilizando para isso o máximo aproveitamento da matéria prima, insumos, água, energia os quais são, normalmente, reutilizados neste mesmo processo, seja por meio da reciclagem ou redução de resíduos através do reuso, com benefícios ambientais, de saúde ocupacional e econômicos.

O princípio básico da metodologia de produção mais limpa é eliminar a poluição durante o processo de produção, não no final. A razão: todos os resíduos que a empresa gera custaram-lhe dinheiro, pois foram comprados a preço de matéria-prima e consumiram insumos como água e energia. Uma vez gerados, continuam a consumir dinheiro, seja sob a forma de gastos de tratamento e armazenamento, seja sob a forma de multas pela falta desses cuidados, ou ainda pelos danos à imagem e à reputação da empresa.

A Produção mais limpa visa a redução dos impactos negativos do ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até a disposição final. Em relação aos processos de produção, direciona para a economia de matéria-prima e energia, a eliminação do uso de materiais tóxicos e a redução nas quantidades e toxicidade dos resíduos e emissões.

O primeiro passo para a sua implantação e a mudança de atitudes. O aspecto mais importante da produção mais limpa é que a mesma requer não somente a melhoria tecnológica, mas a aplicação de conhecimento do produto e processos.  Esses fatores reunidos é que fazem o diferencial em relação às outras técnicas ligadas a processos de produção.

A aplicação do conhecimento significa melhorar a eficiência, adotando melhores técnicas de gestão, fazendo alterações por meio de práticas de Programa 5 S ou soluções caseiras e revisando políticas e procedimentos quando necessário. Mudar atitudes significa encontrar uma nova abordagem para o relacionamento entre a indústria e o ambiente, pois repensando um processo industrial ou um produto, em termos de Produção Mais Limpa, pode ocorrer a geração de melhores resultados, sem requerer novas tecnologias. Com isso, a estratégia geral para alcançar os objetivos é de sempre mudar as condições na fonte em vez de lutar contra os sintomas. 

Pense nisto! Transforme suas matérias-primas em produtos e não em resíduos!

Com a PmaisL podemos: evitar a geração de passivo ambiental e de custos ambientais, o que é do interesse da empresa; reduzir os impactos ambientais, o que interessa aos órgãos ambientais e à sociedade; e  o que talvez ainda não esteja tão claro para você neste momento: melhorar a qualidade dos produtos, a saúde e a segurança dos trabalhadores.

Diante de tudo isto, por que não experimentar e utilizar a metodologia de PmaisL para ser mais competitivo e eficiente?

Para auxiliá-lo na implantação, existem dois excelentes guias que podem orientar passo a passo, no site da Rede Brasileira de Produção mais Limpa

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaoproducao?c=89225/01/2010
FMEA - Análise de Modos de Falhas e EfeitosIdentificar problemas na produção parece ser tarefa simples. Todos em uma empresa sabem que existem uma série de problemas e que estes por sua vez geram outros problemas. Os esforços para a melhoria da qualidade, na maioria das vezes são voltados à detecção de falhas, dando-se pouca importância à prevenção.

Se analisarmos bem, os problemas existem porque não tomamos ações preventivas no passado. As ações preventivas tendem a diminuir as ações corretivas. As empresas que buscam a qualidade assegurada estão utilizando cada vez mais técnicas e metodologias objetivando a prevenção, detecção e controle das falhas no projeto, produtos ou processos, para atender as exigências dos mercados e clientes. Por esse motivo, a prevenção de falhas antes de atingir a fase operacional, tornou-se fundamental.

O FMEA “Failure Mode and Effects Analysis”- Análise de Modos de Falhas e Efeitos, foi desenvolvido pela NASA para o Projeto Apolo, sendo um processo metodológico de análise e sistêmico, que orienta e evidencia em fase preventiva, as falhas em potencial de um produto, processo ou sistema, seja na fase de desenvolvimento, fabricação ou de utilização.

A aplicação do FMEA se deu inicialmente na aviação, na área de energia nuclear e na indústria automobilística. Atualmente vem sendo utilizada pelas indústrias em geral.

Trata-se de uma importante metodologia na melhoria da qualidade, pois os fatores que a influenciam a qualidade hoje, não são os mesmos de décadas atrás. As altas exigências dos clientes refletem diretamente nos produtos, processos e serviços hoje oferecidos, além da necessidade de otimizar custos e a responsabilidade pelo produto fornecido, tem no FMEA um auxiliar muito eficiente.

O FMEA é um método preventivo de falha, por isso deve ser utilizado no estágio inicial de desenvolvimento de um sistema, produto, processo ou serviço. É um método orientado para o trabalho em equipe e de coordenação interdisciplinar entre as áreas envolvidas, além de fornecer uma documentação especifica para a análise e prevenção de falhas.

O FMEA se elaborado na fase de desenvolvimento do projeto, permite eliminar as possíveis causas das falhas. Reduzindo-se a probabilidade de ocorrência de falhas ou defeitos no produto, melhoramos a sua confiabilidade.

Quando utilizar o FMEA?

O FMEA deve ser utilizado quando uma das situações seguintes ocorrer:
- Existência de problemas de qualidade no processo;
- Novo projeto, produto ou processo;
- Alterações significativas no produto ou processo;
- Desenvolvimento ou mudança de fornecedores;

Trata-se de uma metodologia de razoável complexidade, mas que produz resultados potencialmente favoráveis como maior confiabilidade nos produtos, redução no número de modificações, processos mais robustos, padronização, entre tantos outros.

Resumidamente a metodologia consiste em:
- Identificar falha no produto ou processo;
- Determinar o efeito da falha;
- Verificar a severidade e característica;
- Identificar as causas da falha;
- Prever meios de controle;
- Recomendar as ações de melhoria;
- Determinar responsabilidades e prazos;

Procure informar-se mais sobre esta importante metodologia e verifique se não pode ser aplicada na sua empresa.
 

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Ouvir o cliente ou ouvir o mercado?A cada novo ano surge a necessidade de rever o planejamento empresarial. Entre as várias necessidades encontramos a de renovar nossos produtos ou serviços.

Aparece a tradicional indagação “ouvir o cliente ou ouvir o mercado”.
Se perguntarmos ao cliente o que ele quer, corremos o risco de ouvir : “Preço baixo e prazo”
As vezes nos questionamos: será que o cliente sabe  o que quer?

As empresas que venceram não foram aquelas que perguntaram o que seus clientes queriam, foram aquelas que surpreenderam seus clientes com produtos e serviços novos e diferentes.

A Inovação abre caminhos a cada dia, caminhos completamente novos e desconhecidos, que nos levarão para lugares que não podemos imaginar hoje. Henry Ford, certa vez, foi questionado em uma entrevista se havia feito uma pesquisa com seus potenciais clientes sobre o interesse em carros... sua resposta? “Se tivesse perguntado a eles muito provavelmente me teriam dito que queriam apenas cavalos mais rápidos”.

Com o desenvolvimento da tecnologia o cliente nem sabe mais o que quer, portanto, as empresas ouvindo o mercado devem surpreender os clientes com produtos ou serviços diferenciados.

A informação será o único produto para o futuro.

Obviamente você deve escutar o cliente, pois esta é a maneira mais simples de compreender o mercado.
Isto porque o “poder” mudou das mãos da empresa para as mãos do cliente, portanto o empresário deve buscar surpreender e encantar o cliente.

Voltando a Henry Ford, ele foi um exemplo de perceber o mercado, mas também de ouvir o cliente. Entre algumas frases que tornaram célebre sua biografia de empreendedor, destacamos:

“O verdadeiro objetivo da indústria não é o lucro: o empresário deve sempre se propor a produzir bens e serviços úteis... a negação dessa idéia é a especulação”.
Esta frase denota bem o sentido de inovar. Certamente que o objetivo de qualquer empresa é o lucro, mas não se alcança este objetivo produzindo sempre a mesma coisa.

Outra frase de Ford que reflete bem sua coerência de ouvir o mercado e satisfazer o cliente foi:
“Não é o empregador que paga os salários: é o cliente”

A alta produção conseguida por Ford tem como característica marcante a escolha de uma única cor de veículo, que era preta. Questionado se algum cliente desejasse um carro de outra cor, Ford respondeu:
 "O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto”
Desconsideração para com o cliente? Não. Na linha de montagem, a cor preta por sua secagem mais rápida, reduzia o custo de produção e, portanto o veículo era vendido a um preço menor.

Os exemplos de Ford são importantes para refletirmos como estão nossos produtos ou serviços.
Estou inovando?
O que estou fazendo para compreender o mercado?

Na dúvida ouça sempre os dois, mercado e cliente. Reflita como inovar e muito suceso em 2010.

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Compras - Como está o seu processo?Estamos no período em que muitas empresas renovam seus estoques, para fazer frente a demanda do ano que se inicia. É realizado o planejamento das aquisições, buscando atender a demanda do próximo exercício, sem comprometer as finanças.

Em média as empresas gastam 50% a 80% de sua renda proveniente das vendas na compra de matérias-primas, componentes e suprimentos.

O setor de compras hoje é visto como parte do processo logístico das empresas ou seja, faz parte integrante da Cadeia de Suprimentos.

Atualmente, a gestão de compras é tido como um fator estratégico nos negócios, focalizando o volume de recursos, sobretudo, financeiros.

A função desta atividade, que compactua com todos os setores de uma empresa, tem como objetivos de eficiência a obtenção dos materiais certos, das quantidades corretas, das entregas em tempo. Comprar materiais e insumos aos menores preços, obedecendo padrões de quantidade. Relativamente aos produtos ou serviços finais são necessários gastos nas compras de componentes para a produção dos mesmos.

Como tal, evidenciam-se grandes impactos nos lucros quando são gerados pequenos ganhos devidos a uma melhoria na produtividade. Por este e outros fatores, como a reestruturação tecnológica das empresas, torna-se cada vez mais importante a atualização da informação e o dinamismo por parte das pessoas que trabalham nesta área. Os setores de compras têm como principais responsabilidades a escolha de fornecedores adequados e a negociação de preços.

É correto afirmar que são necessários contribuições de outros setores ou departamentos tanto para a pesquisa e avaliação de fornecedores como para a negociação de preços. Segundo esta observação  e num sentido amplo, induz-se também que comprar é uma responsabilidade de todos.

Passos do processo de compras

- Receber e analisar as requisições de compras;
- Selecionar fornecedores. Encontrar fornecedores potenciais, emitir solicitações para cotações, receber e       
  analisar cotações e selecionar o fornecedor correto (mínimo de três cotações);
- Determinar o preço correto;
- Emitir pedidos de compra;
- Fazer um acompanhamento para garantir que os prazos de entrega sejam cumpridos;
- Receber mercadoria e verificar se o que foi entregue está de acordo com o pedido;
- Aprovar a fatura para o pagamento do fornecedor ;
- Avaliar a performance do fornecedor. Manter ou eliminar.

Problemas do setor de compras

1.Compras de emergências:
Ocasionam aquisição com preços altos, rupturas no estoque, paralisação da unidade. Geralmente é motivado por falta de controles por parte de quem requisita.                                                          
Sugestões:                                                                                                                         Estabelecer controles;
Identificar os focos de emergência;
Criar manual de procedimentos;
Estabelecer prioridades de atendimento

2.Especificações incorretas;
3.Falhas dos fornecedores;
4.Burocracia excessiva;
5.Ingerências;

Observações

Uma vez tomada a decisão sobre o que comprar, a segunda decisão mais importante refere-se ao fornecedor certo.

Um bom fornecedor é aquele que tem tecnologia para fabricar com qualidade e capacidade para produzir as quantidade necessárias.

Fatores que devem ser observado na escolha dos fornecedores

- Potencial de relacionamento. Curto e longo prazo;
- Habilidade técnica para produzir / fornecer;
- Desenvolvimento de um  novo produto (e como conseqüência um novo fornecedor);
- Confiabilidade; 
- Serviço de pós-venda;
- Localização do fornecedor;
- Relacionamento com a concorrência;;
- Separar o pequeno e o grande fornecedor;
- Preço e prazo.

Cuidados com os descontos para grandes quantidades. Eles podem comprometer seu fluxo de caixa, gerando problemas financeiros.

Comunique-se sempre com seus fornecedores. Informe os  pontos positivos e negativos das suas relações comerciais.

Observando esses cuidados básicos, o comprador, seja ele o proprietário da empresa ou função definida,  estará contribuindo para a melhoria da eficiência da organização, reduzindo custos e garantindo uma continuidade na produção ou serviços.

Boas compras.

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Você sabe o que seu concorrente está fazendo? - Partique a Inteligência CompetitivaInteligência Competitiva é a atividade de coletar, analisar e aplicar, legal e eticamente, informações relativas às capacidades, fraquezas e intenções dos concorrentes, ao mesmo tempo monitorando o ambiente competitivo em geral.

A Inteligência Competitiva trata de ler as entrelinhas do site do concorrente ou mesmo das informações tornadas públicas. Envolve também as conversas com os colegas em eventos, e, sobretudo, saber para onde olhar, o que perguntar e o que fazer com os dados que se descobrem.

A maioria dos tomadores de decisão nas organizações trabalha com muitos dados em estado bruto, poucas informações baseadas em análises e quase nenhuma inteligência.

Um Sistema de Inteligência Competitiva busca transformar dados em informação e estes em inteligência. Diariamente nós coletamos dados. Os dados são a base desta estrutura, por natureza são quantitativos e públicos, são o elemento básico a partir do qual percebemos e registramos uma realidade.

A informação é o conjunto de dados analisados e organizados, sendo útil à tomada de decisão.

Já a inteligência fornece um grau de previsão das coisas que possam causar um impacto na organização. Ela é ativa, pois obriga algum tipo de atitude em resposta ao que foi recebido. Inteligência é a "informação analisada". "A inteligência - não a informação - ajuda um gerente a responder com táticas de mercado corretas ou decisões de longo prazo".

A Inteligência Competitiva é o processo pelo qual as organizações obtêm informações sobre concorrentes e o ambiente competitivo e as apliquem ao seu processo de tomada de decisões e planejamento, de forma a melhorar seu desempenho.

O maior resultado da Inteligência Competitiva é ela nos mostrar falhas internas decorrentes da força dos concorrentes. O uso correto e sistematizado das técnicas de aquisição, tratamento e análise dos dados com o foco no ambiente externo é a base da Inteligência Competitiva.

Objetivos da Inteligência Competitiva

- Monitorar o mercado e os concorrentes
- Descobrir concorrentes novos ou potenciais
- Analisar suas estratégias
- Antecipar as ações dos concorrentes
- Avaliar e antecipar mudanças no mercado
- Nos concorrentes
- Nos fornecedores
- Nos clientes
- Na economia nacional ou global
- Na política
- Na legislação, normas

Todo empresário já fez, coisas inteligentes e coisas não tão inteligentes. Para melhorar a trajetórias de nosso sucesso, precisamos estudar nossas ações de maneira sistemática, ou seja, fazer movimentos estratégicos inteligentes. Ao analisar os passos de seus concorrentes, esta metodologia permite que empresas antecipem futuras direções e tendências do mercado, ao invés de meramente reagir a elas.

Sem informações mercadológicas, aumenta o risco na tomada de decisão por parte dos dirigentes de uma empresa e aumenta o risco da empresa perder vendas, perder mercado, perder rentabilidade.

Pequenas empresas também podem fazer Inteligência Competitiva utilizando-se de fontes de informação de baixo custo ou gratuitas, tais como:

- jornais e revistas
- publicidade em geral
- folders e manuais de concorrentes
- congressos e feiras
- eventos públicos
- cadastros de associações: (Sebrae, Assoc. Empresariais, CDL etc)
- Web

Hoje muitos dados estão à disposição na internet, nos jornais, em toda parte. O verdadeiro desafio está em saber filtrá-los e transformá-los em resultado. É mais simples reunir informações sobre a concorrência, porém são poucos os que sabem transformar estes dados em inteligência. O desafio é colocar em um mesmo ambiente quem detém a informação e quem precisa dela. 

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